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3536-3414 CONSIGNADO PREFEITURA  SP::

Servidores Públicos Prefeitura de São Paulo Crédito Consignado Público Disponibilizamos atendimento por telefone para que você tenha rápida liberação de crédito. Sem avalista, sem consulta ao SPC/SERASA. A Renegociação do seu contrato atual (20% de parcelas pagas) oferece a oportunidade de ter mais dinheiro na mão, quer saber saldo em dinheiro a creditar na sua conta, basta informar CPF.

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**Crédito sujeito a margem disponível e análise dos bancos

Quem pode fazer empréstimo consignado


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Todos os pensionistas municipais e os servidores públicos (ativos e inativos) têm direito à consignação em folha de pagamento. Ou seja, os pensionistas têm direito a ter as parcelas de empréstimo(s) descontadas diretamente na folha de pagamento.

Representante legal com procuração, termo de tutela e curatela não tem direito à consignação em folha de pagamento.


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Bancos autorizados a fazer empréstimos consignados

Bancos autorizados a oferecer consignação aos pensionistas do Iprem:

  • Banco do Brasil
  • BMG
  • Caixa Econômica Federal
  • Daycoval
  • Paraná Banco
  • Banco Industrial do Brasil S/A
  • Safra
  • Alfa
  • Grupo Pan (Panamericano)
  • Banco Itaú BMG
  • Banco Banrisul
  • SICOOB Coopercredi-SP

O empréstimo consignado poderá ser efetuado por qualquer banco ou cooperativa de crédito autorizado pelo Banco Central do Brasil a funcionar e que seja conveniado com o IPREM, mesmo que não seja o banco no qual a/o pensionista receba sua pensão.

Veja também os juros praticados.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Entre em Contato-3536-3414- Refinanciamento BMG PMSP,IPREM

Prefeitura Municipal Cidade de São Paulo
Prefeitura de São Paulo contratação- Venda - Compra de Dívida de Empréstimo

Prefeitura de São Paulo Pmsp Gcm Iprem Hspm Sfmsp Empréstimo Consignado Simulador

Consignação no Holerite do Servidor Prefeitura de São Paulo,Guarda Civil Metropolitana, Iprem Sfmsp e Hspmsp.

Empréstimo Prefeitura de São Paulo
PMSP-HSPM-GCM-IPREM.
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**Crédito sujeito a margem disponível e análise dos bancos
O documento a ser apresentado é o e outros que a entidade julgar necessários para avaliação da viabilidade da consignação.

Crédito Consignado Público

Disponibiliza uma rede de promotores presentes em São Paulo para que você tenha um atendimento ágil e rápida liberação de crédito.
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Servidores Públicos Prefeitura de São Paulo

  • Parcelamento em até 72 meses Prefeitura de São Paulo*
1. O que são operações de empréstimo com “Compra de Dívida” e como funcionam?
As operações de compra de dívida têm como finalidade pagar alguma parcela que já esteja descontando no contracheque para que este valor descontado mensalmente possa ser agregado à margem de um novo contrato.
Ex. Um cliente tem um empréstimo pelo banco FHE que desconta mensalmente R$ 200,00. O banco quita as parcelas que estão em aberto.
A parcela que não será mais descontada (200,00 FHE) será somada à margem do novo contrato Bancário. .
O valor que foi pago pelo banco referente às parcelas do FHE será deduzido do valor líquido do cliente. Em muitos casos estas operações são feitas para os clientes que não tem margem ou ela é insuficiente para fazer um novo empréstimo. .
2. O que é necessário para uma operação com “Compra de Dívida PMSP”?
Além da documentação normal (vias da proposta e documentação do cliente), é necessário que acompanhe junto uma CARTA DE SALDO DEVEDOR, BOLETO BANCÁRIO ou POSIÇÃO DE DÍVIDA, que servirá para informar o valor real da dívida e viabilizar a quitação. .
O cliente também deve assinar uma via “COMPRA DE DÍVIDA Nota promissória” para cada contrato comprado.

3. O que é “Carta de Saldo Devedor”, “Boleto Bancário” ou “Posição de Dívida PMSP ”?
São documentos fornecidos pelo banco, que descriminam o valor do saldo devedor (= soma das parcelas que ainda não foram descontadas no contracheque).
Em alguns casos, a soma destas parcelas que ainda não descontaram, recebe um desconto pelo seu pagamento antecipado. .
A Carta de Saldo Devedor geralmente é um documento, de uma página, em folha comum, onde constam os dados para quitação da dívida. .
Na Carta, deve constar no mínimo o saldo devedor, valor da parcela que está sendo quitada, data de vencimento e forma de pagamento da dívida. .
O Boleto Bancário é um documento que viabiliza a quitação direto no caixa e/ou na rede bancária conveniada. .
Deve conter o valor do saldo devedor, a data de vencimento e o valor da parcela que será comprada. .
Alguns boletos não descriminam o valor da parcela, neste caso definiremos outros critérios para confirmar a parcela que será comprada. .
A posição de dívida é um formulário interno dos bancos que informa o valor da dívida no dia da emissão, este formulário não tem data de vencimento, em alguns casos tem data de emissão. .
As quitações destes bancos ou convênios, que fornecem apenas a posição da dívida, podem se tornar inviáveis, pois em alguns casos o próprio cliente deve quitar a dívida. .

4. Como solicitar a “Carta de Saldo Devedor”, “Boleto Bancário” ou “Posição de Dívida PMSP”?
Cada banco possui o seu procedimento, a maioria dos bancos exige que o próprio cliente entre em contato solicitando, já outros, a APS PROMOTORA consegue solicitar, desde que o cliente forneça previamente uma procuração autorizando. .
Descrevemos logo abaixo como solicitar a carta de saldo devedor nos principais bancos. . .
*ABM
O Servidor da Prefeitura SP deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 602 0022 e solicitar o boleto para quitação da dívida.
.
*ALFA
O cliente Servidor da Prefeitura SP deve entrar em contato com o banco pelo fone 51 33379119 e solicitar o boleto para quitação da dívida.
.
*ASPECIR
O Servidor da Prefeitura SP deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo), não é necessário reconhecimento de assinatura.
Esta declaração deve nos ser enviada com cópia do RG, CPF e último contracheque. .
A carta de saldo devedor será retirada por nos. .
< * SEMEAR
O cliente Servidor da Prefeitura SP deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo), sendo necessário reconhecimento de assinatura.
Esta declaração deve ser enviada diretamente para o banco com cópia do RG, CPF e comprovante de residência. .
O boleto para quitação será enviado para a casa do Funcionário da Prefeitura SP.
*BANCO DO BRASIL
O próprio Servidor da Prefeitura SP deve solicitar em sua agência bancária a “posição de dívida”.
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio Servidor da Prefeitura SP.
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada.
*BANRISUL
O próprio Servidor da Prefeitura SP deve solicitar em uma agência bancária a “posição de dívida”.
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio Servidor da Prefeitura SP.
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada. .
*BBM
O Servidor da Prefeitura SP deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo) solicitando o saldo devedor para a quitação.
A declaração e o comprovante de residência deverão ser enviados diretamente para o banco.
O boleto para quitação será enviado para a casa do pensionista do IPREM.
*BGN
O Servidor da Prefeitura SP deve entrar em contato com o banco pelo fone 4004 5280 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 701 5280 (demais localidades) e solicitar o boleto para liquidação da dívida.
O boleto para quitação poderá ser enviado para a filial mais próxima de sua residência ou enviado para a casa do pensionista do INSS.
Se houver divergências nas confirmações, cliente será orientado a comparecer na Filial mais próxima, munido de seus documentos pessoais e comprovante de residência atualizado para atualização dos dados cadastrais e conclusão da sua solicitação; caso cliente não puder comparecer na Filial mais próxima, encaminhar carta a próprio punho com firma reconhecida e comprovante de residência atual via e-mail, fax ou correios.
*BICBANCO
O Servidor da Prefeitura SP deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 725 00 48 e solicitar o boleto para liquidação da dívida. .
*BMC
As solicitações de boletos serão feitas somente pela Agência Bradesco Promotora - Porto Alegre.
Nos casos em que o Servidor da Prefeitura de SP desejar realizar a quitação, contatar no telefone 0800 55 72 22, onde receberá a orientação para a solicitação.
*BMG
A solicitação de saldo devedor para o BMG para liquidação antecipada não será mais aceita pelo banco quando gerada através do BMG Consig.
Para obter o formulário o cliente deve proceder da seguinte forma:
1-Cliente residente na Capital:
Deverá solicitar o formulário pessoalmente, junto as filiais da Prestaserv.
2-Cliente residente no Interior:
Deverá ligar para o 08007232012 do BMG ou 08007242101 do ITAU, solicitando a carta.
O banco irá enviar ao cliente o formulário que deverá ser preenchido remetido para os endereços abaixo:
BMG
Caixa Postal 1971
CEP: 30.411-970
Belo Horizonte –
Referencia no envelope: Solicitação de saldo devedor
ITAU
Caixa Postal 1990
CEP: 30.411-970
Belo Horizonte – MG
Referencia no envelope: Solicitação de saldo devedor
*Em ambos os casos (clientes capital/clientes interior), o formulário deverá conter, obrigatoriamente, todos os dados do cliente, conforme abaixo:
• Nome completo;
• Número do CPF;
• Número do documento de identidade;
• Número da matrícula / benefício;
• Número do contrato;
• Dados bancários para possível ressarcimento;
• Telefones de contato;
• Endereço completo com CEP;
• Assinatura (conforme documento de identidade apresentado)
Junto ao formulário, deve ser anexada cópia do documento de identidade com foto com o: RG, CNH ou Identidade Profissional, CPF, comprovante de endereço (atualizado nos últimos três meses e em nome do cliente).
São aceitos como comprovante de endereço: contas de concessionárias públicas de água, luz e telefone fixo; faturas do cartão de crédito ou extratos bancários enviado via Correios.
O formulário terá validade de 60 (sessenta) dias, contados a partir da data de sua emissão, e caso seja entregue após esta data, o cliente deverá efetuar novo pedido.
Nota: Não emite solicitação de saldo devedor. .
*BONSUCESSO
Os servidores públicos e pensionistas da Administração Direta (IPREM) e Autárquica do Município de São Paulo
Entrar em contato com o banco pelo fone 0800 709 1234 ou 0800 729 8080 e solicitar o boleto para liquidação da dívida.
*BRADESCO
O próprio aposentado ou pensionista do INSS deve solicitar em uma agência bancária a “posição de dívida”.
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio aposentado ou pensionista do INSS
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada.
*BV FINANCEIRA
O funcionário da prefeitura de São Paulo deve entrar em contato com o banco pelo fone 3003.1616 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 701 8600 (demais localidades) e solicitar o boleto para liquidação da dívida.
*CACIQUE
O Iprem, Instituto de Previdência Municipal de São Paulo; Serviço Funerário-SFMSP.; Hospitalar-HSPM-serviços de saúde do município de São Paulo
deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 770 0889 e solicitar o boleto para liquidação da dívida no caso de forças armadas,se for INSS pode se dirigir a qualquer filial.
*CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
O próprio cliente servidor federal SIAPE deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo) e solicitar na sua agência bancária a “posição de dívida”.
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada.
*CAPEMI/CAPEMISA
O cliente pode se dirigir à agência mais próxima ou deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo), com assinatura reconhecida em cartório.
A declaração deve ser enviada diretamente ao banco, com cópia dos seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de residência, último contracheque e telefone para contato.
O boleto será enviado direto para a casa do cliente. O formulário e documentos anexados deverão ser encaminhados para o endereço abaixo:
Rua Coronel Genuíno, 421 – conj.501
CEP. 90010-350
Centro – Porto Alegre/RS
*CREDIBEL
O Servidor federal deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 545 1001 ou 0800 770 81 31 e solicitar o boleto para liquidação da dívida.
*CREFISA
O cliente INSS deve entrar em contato com o banco pelo fone 4004.4001 e solicitar o boleto para quitação da dívida
*CRUZEIRO DO SUL
O PMSP deverá enviar uma carta de próprio punho para o BCSUL (endereço abaixo), solicitando o saldo devedor e o código identificador para quitação
Nesta carta deverão ser informados: NOME, CPF, DATA NASC., ENDEREÇO, TELEFONE CONTATO e o CONVÊNIO, devendo ainda ser anexadas cópias do CPF, RG, COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA.
O cliente PMSP deverá assinar e reconhecer firma por autenticidade.
O saldo devedor e código para pagamento serão enviados para a casa do PMSP
O formulário e documentos anexados deverão ser encaminhados para o endereço abaixo:
Área de Apoio Comercial
Av. Funchal, 418 7º andar.
CEP. 04551-060
Vila Olímpia – São Paulo / SP .
*DAYCOVAL
O cliente GCM deve entrar em contato com o banco pelo fone 0300 111 2323 e solicitar o boleto para quitação da dívida
Será enviado um formulário para a casa do GCM, que deverá ser preenchido de próprio punho e remetido ao banco
Posteriormente, o boleto será enviado para a casa do GCM.
*FHE (FAM)
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 61 3040 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*FIBRA
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 703 4272 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*FICSA
O cliente HSPM deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 702 8100 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*GBOEX
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 541 2483 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*GE
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 722 4357 (interior) ou 4004 4357 (capital) e solicitar o boleto para quitação da dívida
O boleto será enviado para casa do cliente
*HSBC
O próprio servidor da prefeitura de São Paulo deve solicitar em uma agência bancária o boleto para pagamento da dívida
*IBI
O próprio cliente deve solicitar em uma agência bancária o boleto para pagamento da dívida
* INDUSTRIAL
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 725 2222 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*INTERMEDIUM
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 701 7717 – opção 3 (saldo devedor) e solicitar o boleto para quitação da dívida
*ITAÚ
O próprio cliente da Prefeitura de São Paulo deve solicitar em uma agência bancária a “posição de dívida”
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio da Prefeitura de São Paulo
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada
*LUSO
O cliente deve entrar em contato através do telefone 0800 16 16 56 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*MATONE
O cliente deve entrar em contato através do telefone 0800 724 0123 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*MÁXIMA
O cliente deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo) solicitando o saldo devedor, com reconhecimento de assinatura
Esta declaração deve ser enviada diretamente para o banco com cópia do RG, CPF e comprovante de residência em nome do próprio ou de parente próximo, nesse caso enviar o RG da pessoa
O boleto será enviado para casa do cliente
O formulário e documentos anexados deverão ser encaminhados para o endereço abaixo: AV. Nossa Senhora de Copacabana, 73 – 5º andar
CEP. 22020-002
Copacabana/RJ
*MBM PREVIDÊNCIA PRIVADA
O cliente deverá fazer uma declaração de próprio punho (modelo), não é necessário reconhecimento de assinatura
Esta declaração deve ser enviada para nossa empresa com cópia do RG, CPF e último contra cheque
O boleto será enviado para a casa do cliente
*MERCANTIL DO BRASIL
O cliente deve entrar em contato através do telefone 0800 704 0286 e solicitar o boleto para liquidação da dívida, ou se dirigir a sua agência
*MONGERAL UNIBANCO
O cliente pode ligar para o número 4003 3355 (capitais e regiões metropolitanas) 0800 8813355 (para demais regiões) para verificar para qual agência deve se dirigir
Ou o cliente pode solicitar em uma agência bancária a “posição de dívida”, portando RG e CPF
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio cliente
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada
*MORADA
Se é da Prefeitura de São Paulo deverá fazer uma declaração de próprio punho (modelo), com reconhecimento de assinatura
A declaração deve ser enviada diretamente ao banco, com cópia dos seguintes
documentos: RG, CPF, comprovante de residência, telefone para contato
A carta de saldo devedor será enviada diretamente para a casa do cliente da Prefeitura de São Paulo
*PANAMERICANO
O cliente do INSS deve procurar uma das filiais do banco ou entrar em contato através do telefone 0800 775 8686 (interior) 4002 1687 (capital) e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*PARANÁ BANCO
O cliente deve preencher a solicitação no site do banco (http://institucional.paranabanco.com.br/para-voce/Paginas/consulta-saldo-devedor.aspx ), imprimir a declaração e reconhecer assinatura no cartório
A declaração, a cópia do RG, CPF, comprovante de residência e último contracheque devem ser enviados pelo próprio cliente, no endereço indicado na declaração de solicitação
O boleto será enviado para a casa do cliente
*PECÚLIO UNIÃO
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 4003 1415 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*PINE
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone (11) 3504 8329, e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*PORTOCRED AGPTEA – CONVÊNIO NOSSO
O cliente deve contatar nossa central de atendimento e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*PORTOCRED - ABSDAER, AFAFE, AIERGS, ASJ & CIRCULO
O cliente deve contatar a Portocred pelo telefone 0800.600.0777, e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*PREVIMIL
O cliente deve entrar em contato com o convênio pelo fone 51 3212 0592 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*PROSPER
O cliente deve enviar um e-mail para tesouraria.liquidacao@bancoprosper.com.br com nome completo, CPF e data do vencimento, solicitando o boleto para liquidação da dívida
*REAL
O próprio PMSP deve solicitar em uma agência bancária a “posição de dívida”
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio cliente
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada
*RS PREVIDÊNCIA / SIMPLES SERVIÇOS FINANCEIROS
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 705 7777 e solicitar o boleto para quitação da dívida
*RURAL (SIMPLES)
Entrar em contato pelo número 0800 705 777, para verificar o procedimento
O cliente da prefeitura SP deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo) solicitando o saldo devedor para a quitação
A declaração e as cópias de RG, CPF, comprovante de residência (máximo de 30 dias) e último contracheque deverão ser reconhecidas por autenticidade e enviadas diretamente para o banco
O boleto para quitação será enviado para a casa do cliente
* SABEMI
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 8801 900 ou 4003 1415 e solicitar o boleto para quitação da dívida
*SAFRA
O cliente deve entrar em contato com o banco pelo fone 0800 772 5755 e solicitar o boleto para quitação da dívida
*SANTANDER
O cliente deverá acessar o serviço via Central de Atendimento Santander, pelo telefone (11) 4004-3535 (Capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 702 3535 (Outras localidades)>opção 4 (Empréstimos e Financiamentos)>opção 4 (Crédito Consignado e Crédito INSS) para Correntistas com o produto e >opção 5 (Crédito Consignado) para Não Correntistas com o produto
*SCHAHIN (BCV)
O cliente deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo), com assinatura reconhecida em cartório
A declaração e as cópias de RG, CPF, comprovante de residência e último contracheque deverão ser enviadas diretamente para o banco
O boleto para quitação será enviado para a casa do cliente
*SEMEAR
O cliente deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo), com assinatura reconhecida em cartório
A declaração e as cópias de RG, CPF, comprovante de residência e último contracheque deverão ser enviadas diretamente para o banco
O boleto para quitação será enviado para a casa do cliente
Se necessário entrar em contato pelo número 31 3516 7063
*UPOFA
O cliente deve fazer uma declaração de próprio punho (modelo), com assinatura reconhecida em cartório
A declaração e as cópias de RG, CPF, comprovante de residência e último contracheque deverão ser enviadas por fax ao número (41) 3223.4223.
O boleto para quitação será enviado para a casa do cliente
*UNIBANCO
O próprio servidor minícipal de São Paulo deve solicitar em uma agência bancária a “posição de dívida”
Em alguns casos se torna inviável, pois a quitação da dívida deve ser feita pelo próprio cliente
A “posição de dívida” não tem data de vencimento, mas deve ser atualizada
*UGPT
O cliente deve entrar em contato com a Pórtico pelo fone 51 3212 1212 e solicitar o boleto para liquidação da dívida
*UNIPREV (SUL FINANCEIRA – SIAPE)
O cliente deve entrar em contato pelo fone 0800 725 00 48 e solicitar a carta de saldo devedor

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01 CONSIGNADO SERVIDOR ESTADO DE SÃO PAULO

Os servidores públicos estaduais de São Paulo civis e militares, ativos, inativos e pensionistas poderão escolher, a partir de agosto, o banco de sua preferência para contratar crédito consignado (empréstimo com desconto em folha de pagamento do Estado de São Paulo).

Um decreto do governador Geraldo Alckmin abre para as demais instituições bancárias a possibilidade de ofertar esta modalidade de crédito a 1 milhão de funcionários estaduais.

Até o dia 12 de agosto, apenas o Banco do Brasil, que é o agente financeiro do Tesouro do Estado de São Paulo, pode fazer o empréstimo para os servidores com desconto na folha.

Crédito consignado do Estado de São Paulo é alternativa para pagar contas com juros baixos

Limite

A consignação não poderá ser superior a 30% dos vencimentos do servidor e a quitação do empréstimo do Estado de São Paulo deve ocorrer, no máximo, em 60 parcelas.

Antes de contratar o serviço, a instituição bancária deverá informar o valor total financiado, a taxa do custo efetivo total (mensal e anual), o montante total a pagar e o número, periodicidade e valor das parcelas que serão descontadas diretamente do salário do servidor.

Na ocasião do processamento da Folha de Pagamento e do depósito dos vencimentos ao servidor do Estado de São Paulo, o Estado fará o repasse do valor consignado diretamente para a instituição bancária contratada. No caso de uma ou mais parcelas não serem quitadas por algum motivo, caberá ao servidor recolher o valor devido – sem prejuízo para a Administração Pública.

02 BANCO MOSTRA POUCA DISPOSIÇÃO PARA AVANÇAR NA PORTABILIDADE
Dois meses após o novo modelo de portabilidade de crédito entrar em vigor, os bancos estão pouco ativos na conquista das operações dos seus concorrentes. O movimento silencioso se justifica, segundo relatos de executivos ouvidos pelo Valor, pelas condições ainda consideradas propícias à contratação de operações com desconto em folha (consignadas) e de financiamento imobiliário, bem como à alta dos juros no último ano, que desestimula uma competição desenfreada entre as instituições. Houve também entraves tecnológicos no meio do caminho.
 
Segundo dados do Banco Central (BC), em junho foram fechadas 15.364 transações de portabilidade de consumidores e empresas. O número é inferior à média de 54 mil operações por mês, entre abril de 2013 e abril deste ano, que aconteciam sob as regras antigas. Os dados têm frustrado a autoridade, que já convocou duas reuniões com representantes dos bancos para entender o baixo volume, segundo fontes. Procurado, o BC não se manifestou por acreditar que ainda é cedo para avaliar os resultados.
 
Os dados do últimos meses não são exatamente comparáveis com os anteriores, uma vez que até o começo de maio, o BC considerava como portabilidade operações como a chamada "troca com troco", frequente nas migrações de empréstimo consignado feitas pelos correspondentes bancários. Agora a transação é proibida. O que acontecia, nesse caso, é que o tomador contratava o empréstimo até um limite permitido - que é um percentual de sua remuneração mensal. Mas, conforme ia quitando a dívida, abria-se espaço para a contratação de mais financiamento e, nesse contexto, o correspondente bancário, junto com um banco rival, prometia renovar a operação pelo valor "cheio" inicial.
 
O que se vê, por ora, é que os esforços de alguns bancos têm se concentrado na manutenção de sua base de clientes e na captação de novos contratos.
 
É o caso da Caixa. "O foco da Caixa continua sendo gerar novos créditos. Não temos estratégia para tomar clientes de outros bancos", diz o diretor de habitação da Caixa, Teotônio Rezende. O banco gera cerca de 3 mil contratos de crédito imobiliário por dia. Em maio, apenas sete contratos imobiliários foram encaminhados para outras instituições, enquanto 30 clientes de outros bancos quiseram vir para a Caixa. O banco não divulga números, mas diz que quase 100% das solicitações de portabilidade são relativas a crédito consignado.
 
No Banco Daycoval, o cenário também é de pouco interesse e demanda pelas operações. "Acreditamos que seja necessário um tempo para a maturação das novas regras, para que os agentes, tanto bancos, quanto correspondentes e clientes se familiarizem com os ajustes operacionais", diz o diretor do Daycoval Nilo Cavarzan.
 
Problemas tecnológicos também são citados pelos bancos como uma barreira para a portabilidade. O Valor apurou que grande parte das instituições enfrentou problemas em maio com o sistema da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP). Segundo o superintendente geral da CIP, Joaquim Kiyoshi Kavakama, porém, o sistema funcionou normalmente. Os erros ocorreram por problemas de padronização na maneira como os bancos formatam e preenchem seus contratos de crédito. "Isso já foi conversado. Definimos uma regra e todos terão de se adequar até 21 de julho", diz. Ele explicou ainda que em 5 de maio apenas 50 instituições financeiras estavam com seus sistemas integrados ao da CIP. Agora 145 instituições estão conectadas para a operação.
 
Além disso, os sistemas dos bancos não estão preparados para uma abordagem mais ativa para atrair clientes de outras instituições. "Os bancos estão preparados para operar na portabilidade passiva e obedecer a regulação do BC, mas 50% deles ainda não estão prontos para a portabilidade ativa", diz o membro do conselho de administração da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.
 
O movimento reduzido também se dá pela maior disposição dos bancos para renegociar os contratos em vigor. Sob a nova regra, as instituições têm até cinco dias para fazer uma contraproposta ao tomador que deseja migrar, dando-lhe uma chance de retê-lo no banco.
 
O Banco do Brasil (BB) montou uma central de atendimento ao cliente específica para atender as demandas e avaliar caso a caso, com foco especial na manutenção dos seus contratos. "Todos os pedidos de portabilidade vão para essa central, e os funcionários entram em contato com o cliente tentando mantê-lo", disse o diretor de empréstimos e financiamentos do BB, Edmar Casalatina. Ele afirmou que grande parte das demandas de portabilidade tem se concentrado em consignado.
 
A alta tarifa interbancária das operações - a taxa de compensação paga por um banco ao outro pelos custos de originação do crédito - também tem sido um inibidor da portabilidade eletrônica. Apesar de terem sido firmadas em um acordo feito pelos próprios bancos via Febraban, os valores fixados não agradaram a todos. Para cada modalidade de crédito, os bancos definiram um teto máximo, que decresce de acordo com a idade do contrato e do saldo em migração.
 
Os dois valores mais altos se dão na portabilidade de crédito imobiliário e veículos, com taxas de até R$ 3.750 e R$ 1.475, respectivamente. Dependendo do contrato e do banco, o valor pode inviabilizar a operação.
 
Entre os bancos consultados pela reportagem, o Pan foi a única instituição que assumiu uma postura mais ativa na busca por clientes de outras instituições. "Estamos vendo a portabilidade como uma ferramenta também para conquistar novos clientes", diz o diretor de consignação, Alex Sander Moreira Gonçalves. (Colaboraram Carolina Mandl e Felipe Marques)
 
Fonte: Valor Econômico / Fabiana Lopes - 03.07.14
 
02 Correspondente quer mudança nas regras
As novas regras de portabilidade de crédito não agradaram os correspondentes bancários, que até abril eram os principais agentes de migração de crédito entre os bancos. Por meio de duas associações, a Aneps e a Ancorp, os correspondentes colhem assinaturas para enviar ao Senado e à Câmara uma petição pela paralisação e rediscussão das novas regras criadas pelo Banco Central (BC).
 
Desde que a "troca com troco" passou a ser proibida pelo BC, o correspondente ficou sem atrativos para convencer um cliente a migrar de banco. Ao transferir os empréstimos, os correspondentes - conhecidos entre os bancos como "pastinhas" - ganham uma comissão. Os correspondentes integram cerca de 30 mil pequenas e médias empresas no Brasil.
 
"Concordo que havia uma situação descontrolada com muita gente explorando os tomadores de crédito com compra e recompra em busca de comissões, só que isso se resolveria se os bancos não aceitassem essa prática", diz o presidente da Anesp, Edison João Costa.
 
Segundo o presidente da Ancorp, Glemar Coelho, o volume de empréstimos feitos pelos correspondentes caiu muito desde as novas normas. "As operações devem ter caído cerca de 80%. Toda aquela estrutura de correspondente bancário que fazia R$ 10 bilhões de empréstimos passou a fazer R$ 2 bilhões."
 
Fonte: Valor Econômico / Fabiana Lopes - 03.07.14
 
01 Bancos buscam novos clientes no consignado
A retração verificada e projetada pelo Banco Central na totalidade das concessões de crédito no País está passando ao largo do consignado, que mantém taxas de crescimento anual de dois dígitos. Segundo os dados do BC, enquanto as concessões para carro desaceleraram, o consignado teve alta de 13,3% nos últimos doze meses até maio. Essa modalidade atrai os bancos em virtude do baixo nível de inadimplência, e o consumidor, pelas taxas de juro mais baixas entre as ofertas de crédito. O segmento continua sendo considerado relevante para os bancos, que terão que se esforçar para trazer novos clientes e manter o ritmo de expansão. Mas isso não assusta o setor.
 
O superintendente executivo de Crédito Consignado do Santander, Cezar Zanikian, destacou a relevância do segmento para o banco. “O produto tem um papel importante em nossa estratégia, por sua característica e capacidade de vinculação. Por isso, recentemente, reformulamos nossa estratégia comercial e passamos a ofertar o produto com maior foco na nossa rede de agências e representantes exclusivos do banco espalhados pelo Brasil. Desde então, já começamos a observar a evolução dos resultados em linha com os objetivos almejados”, afirmou Zabikian.
 
A superintendente financeira da Sorocred, Mary Helen Souto, também se diz otimista. Ela observa que embora o banco não tenha grande participação no segmento — que representa 8% do total da carteira de crédito, a Sorocred pretende ampliar a atuação nesta área. “Já estamos estudando algumas formas de trabalhar. Estamos com alguns projetos pilotos e estamos procurando um nicho que não tenha tanta concorrência. Esse produto é de nosso interesse e esperamos crescer nele a partir do próximo ano”, afirmou.
 
O Diretor Financeiro e de RI do Banrisul, João Gazzana, destaca o grande potencial a ser explorado. “Há espaço para crescer, mesmo que o ritmo seja um pouco menor”, disse. De acordo com ele, esse segmento foi bastante explorado pelos bancos em razão, principalmente, do baixo nível de inadimplência. Vários clientes que tomaram esse empréstimo há alguns anos, ainda estão pagando as prestações, já que o prazo dessa linha pode chegar a 60 meses. A regra bancária diz que o cliente só pode comprometer até 30% do salário. No entanto, se o cliente pagar parte da dívida terá disponibilizado um porcentual e poderá voltar a contratar um novo empréstimo.
 
Atrair clientes novos é o grande desafio dos bancos, avalia o analista de Instituições Financeiras da Austin Rating Luis Miguel Santacreu. “Esse produto foi bastante propagado pelos bancos, com amplas campanhas de marketing. Agora, o desafio é capturar novos clientes”, disse. Santacreu lembra que o produto deixou de ser apenas um produto, para se tornar o “queridinho dos bancos”. Mesmo diante do novo desafio, Gazzana está otimista e espera uma expansão de 12% no crédito consignado este ano, um pouco menor do que a registrada em 2013, de 14% a 15%.
 
O diretor da Financeira Consignado do Daycoval Nilo Cavarzan ressalta ainda que por ser um produto com baixo risco de inadimplência, o banco se sente seguro para crescer num período em que a economia não está boa. “Como parte de sua estratégia de negócios, o banco busca sempre uma diversificação de carteira. Sem dúvida, o crédito consignado é muito importante para esse sucesso e responde hoje por 36% de nossa carteira. É um produto que vem crescendo mês a mês em resultados e importância para o Daycoval. É um mercado com menos competidores, mas os competidores são de peso (bancos grandes)”, afirma Cavarzan.
 
Mary observa ainda que a falta de regulamentação para os correspondentes bancários era um problema, já que permita que esses parceiros levassem o crédito deum banco para outro sem nenhuma restrição. Hoje, coma portabilidade, que entrará em vigor no início de janeiro, segundo ela, isso vai acabar. Com a nova regra, o banco A terá cinco dias para fazer uma oferta ao cliente que queira levar sua dívida para o banco B. “Com os correspondentes legalizados, os bancos terão mais poder de negociação junto aos seus clientes”, afirma.
 
Fonte: Brasil Econômico / Alessandra Taraborelli - 03.07.14
02 DILEMA DOS BANCOS PÚBLICOS
Os dois maiores bancos brasileiros com controle federal—Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal—estão enfrentado um dilema. Daqui para frente, será preciso calibrar muito bem a pressão das torneiras do crédito, para que um excesso não comprometa os índices de alavancagem (medido pelo volume de empréstimos em relação ao capital); e para que parcimônia demais não precipite o aparecimento de índices de inadimplência mais elevados.
No caso da Caixa, o problema do capital está praticamente equacionado — o banco converteu R$ 37 bilhões em empréstimos perpétuos obtidos junto ao Tesouro. Como a Caixa é 100% do Tesouro, os analistas pressupõem que o banco receberá suporte em qualquer hipótese ou necessidade. No caso do BB, que tem acionistas privados e ações na Bolsa, a calibragem é mais crítica. O banco também conta com suporte do governo, mas deve satisfações ao mercado.
No caso de inadimplência maior, a rentabilidade de ambos sairá prejudicada; no caso de aumento de capital, o BB tem mais a perder— na semana passada, segundo a agência Bloomberg, o banco teria enfrentado investidores mais exigentes, ou seja, seu custo vai aumentar.
Edgard Dias, analista de bancos dedicado à Caixa na agência de classificação de risco Standard &Poor"s (S&P), acredita que a capitalização da Caixa é confortável, mas admite que com ritmo de concessões de crédito mais baixo do que nos últimos anos, quando a média passou de 40% ao ano, a qualidade da carteira de crédito da Caixa pode se deteriorar: “O forte crescimento dos últimos anos diluiu os ativos ruins”, lembra, referindo-se ao cálculo do índice
onde quanto maior o denominador (o volume total de crédito) menos o numerador (o volume de créditos em atraso) pesa na conta final. Mas Dias diz que a piora também está atrelada à alta recente dos juros. De qualquer maneira, o bom nível de renda e emprego continua evitando uma deterioração maior, que na sua opinião deve vir apenas em linhas como crédito pessoal não consignado e veículos, mas não no crédito imobiliário, modalidade na qual o banco tem grande experiência.
Cynthia Cohen Freue, analista especializada em BB na S&P, também atribui o baixo índice de inadimplência do banco ao forte crescimento do crédito em carteiras tradicionais, como agronegócio e consignado, que tem baixos índices de atrasos. Mas reconhece que pode haver uma alta dos calotes em outros segmentos, como crédito pessoal, cartões de crédito e middle market (médias empresas). Em relação ao capital, Cynthia está confortável com o nível atual: “O BB está bem, do ponto de vista de capital regulatório. Mas está buscando alternativas de funding para melhorar a qualidade com emissões de dívida subordinada no exterior”, diz.
“Todos os bancos brasileiros viram seus índices de alavancagem aumentar depois do crescimento forte do crédito nos últimos anos. E afila foi puxada pelos bancos públicos, o que causou algumas distorções e fez do sistema bancário brasileiro um pouco mais arriscado”, diz Sergio Garibian, analista do setor financeiro brasileira na S&P.
Para a agência Moody"s, há problemas à vista coma qualidade das carteiras de crédito dos bancos públicos — e o mesmo não ocorre com os bancos privados. A analista Ceres Lisboa disse em relatório divulgado no último dia 5 que essa preocupação já está visível nos balanços dos bancos públicos, que vem aumentando suas provisões. Segundo o relatório, o volume de empréstimos classificados nas categorias de risco mais altos cresceram 25% ante alta de 20% da carteira total nos bancos públicos desde setembro do ano passado.
“Depois da crise financeira internacional em 2008, os bancos públicos federais brasileiros desempenharam papel importante para irrigar a economia com crédito, pois os privados colocaram o pé no freio. Mas daqui para a frente o crescimento vai ser menor”, diz Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating. O especialista também espera que o crescimento menor pode resultar no aparecimento de índices de inadimplência maiores. Mesmo com crescimento menor, Rodrigues também concorda que os bancos públicos estão com menos folga de capital. Para ele, a ida do BB ao exterior foi favorecida depois que o governo retirou o IOF das captações externas com prazos acima de seis meses, na semana passada. ”Essa isenção abre uma possibilidade maior de captar lá fora, mas o custo vai depender do mercado”.
Maria Rita Gonçalves, analista de bancos da Fitch Rating, disse em relatório especial sobre a Caixa no final do mês passado acreditar que a melhorada posição de capital da Caixa vai incrementar a capacidade de absorção de perdas diante de um potencial aumento dos créditos duvidosos, especialmente no caso de desaceleração da expansão do crédito. A Fitch atribui a boa qualidade dos ativos da Caixa à alta proporção dos créditos com garantias na carteira de crédito da Caixa (aproximadamente 65% em dezembro de 2013), mas nota que a tendência pode não perdurar em um cenário de maior estresse.
Rodrigues lembra que o governo já volta a pressionar os bancos para dar mais crédito, para animar o crescimento da economia. “Até o ex-presidente Lula já se manifestou nesse sentido”, diz.
A Fitch continua acreditando que a probabilidade de suporte do governo à Caixa, em caso de necessidade, seja alta. Isso, porque o banco é 100% controlado pelo Tesouro Nacional (Tesouro), além de ser sistematicamente importante para o sistema local, comparticipações de mercado muito altas no mercado imobiliário e depósitos de poupança (69% e 35%, respectivamente, em dezembro de 2013). A Caixa tem um papel crucial nas políticas e é o principal veículo do governo para conceder crédito à população de baixa renda a taxas preferenciais.
Fonte: Brasil Econômico / Léa De Luca - 10.06.14
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29/12/08 14h25

Consignação é arma para enfrentar crise

Gazeta Mercantil - 29/12/2008

O varejo está acirrando as negociações com a indústria para desovar estoque e tentar segurar os preços. Vale até mesmo tirar antigas soluções da gaveta, como a venda consignada, instrumento tradicionalmente utilizado em épocas de crise. "O lojista não gosta de comentar mas essa prática sempre aconteceu e é mais forte em momentos de dificuldades", afirma Nabil Sahyoun, presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). "Este é um momento em que varejo e indústria têm que trabalhar juntos para atrair os clientes", afirma. Porém, alguns setores terão que se apoiar mais do que outros, como é o caso de vestuário e calçados. Considerados as possíveis vedete do Natal, devido aos produtos de menor valor, esses setores apresentaram um aumento real de apenas 4% nas vendas. "É aqui que estão aumentando as consignações", diz Sahyoun, ressaltando que, do contrário, a indústria teria que amargar uma forte redução no número de pedidos em janeiro. Algumas confecções, particularmente as menores, reconhecem que as encomendas atrasaram este ano e uma "parte pequena" da produção foi deixada em consignação visando a desova de estoques. "A consignação é uma forma de todos ganharem." A falta de confiança do consumidor comprometeu os resultados do Natal, mas não o suficiente para prejudicar as vendas do ano. Dados da Associação Brasileira de Shoppings (Alshop) mostram que as vendas tiveram aumento real de 3,5% no período natalino e 6,4% no acumulado do ano, quando atingiram R$ 70,7 bilhões. Inicialmente, a expectativa era de um crescimento em 2008 entre 8% e 10%. A projeção otimista da entidade é que o setor tenha uma alta real de 4% nas vendas no próximo ano.
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08/10/08 11h38

BB e CEF compram carteiras de bancos

Valor Econômico - 08/10/2008

Os dois principais bancos comerciais sob controle do governo federal aderiram ao esforço de socorro a pequenos bancos com restrições de liquidez e já estão negociando a compra de carteiras de crédito de diversas dessas instituições. O Banco do Brasil informou que negocia especificamente aquisições de operações de crédito consignado, aquelas nas quais o pagamento do empréstimo se dá mediante desconto direto no salário do tomador. A Caixa Econômica Federal, por sua vez, antecipou que deverá comprar carteiras de "mais de uma dúzia" de bancos de menor porte. Nenhum dos dois deu mais detalhes, já que as negociações ainda não estavam, ontem, plenamente fechadas. Ambos agiram a partir do estímulo criado na semana passada pelo Banco Central. Com intuito de minimizar os efeitos da falta de linhas de crédito internacional e seus efeitos sobre a liquidez em moeda nacional, a autoridade monetária baixou circular permitindo que o valor usado pelos grandes na compra de carteiras de pequenos bancos seja abatido do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo. No limite, os bancos maiores poderão sacar de suas reservas compulsórias até R$ 23,5 bilhões (US$ 10,2 bilhões) aproximadamente. O desconto vale somente se o vendedor for instituição com patrimônio de referência de até R$ 2,5 bilhões (US$ 1,1 bilhão). O BB pode, em tese, usar até R$ 4,8 bilhões (US$ 2,1 bilhões) para as aquisições pretendidas de operações de crédito. A Caixa pode sacar pouco mais de R$ 800 milhões (US$ 347,8 milhões) do BC para o mesmo objetivo. O BB só quer crédito consignado porque essas são as de menor risco. A Caixa também já tinha manifestado interesse principalmente nesse tipo de operação, mas não descarta outras modalidades, entra elas crédito imobiliário, que é a sua especialidade.

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