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PREFEITURA DE SÃO PAULO Quais entidades financeiras procurar?

SERVIDOR DE SÃO PAULO SP  QUERENDO  CONSIGNADO Quais entidades financeiras procurar? 
 O empréstimo consignado poderá ser efetuado por qualquer banco ou cooperativa de crédito autorizado a funcionar como tal pelo Banco Central do Brasil e que seja conveniado com a PREFEITURA DE SÃO PAULO 
mesmo que não seja o banco no qual o servidor ou pensionista receba seus vencimentos, proventos.


211 mil funcionários aguardam. Hoje 28/02/2013 23:41 horas.



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BMG Empréstimo PMSP 3536-3414 Rentabilidade do BMG

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Rentabilidade do BMG atinge 30% ao ano




O Banco BMG, especializado em crédito consignado, encerrou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de R$ 124,5 milhões, o correspondente a uma rentabilidade de 30% sobre o patrimônio.

De janeiro a junho deste ano, o crédito consignado gerou um volume de R$ 1,46 bilhão, representando cerca de 87,3% do montante de créditos originados no período (R$ 1,67 bilhão). Deste total, 44,2% foram para aposentados e pensionistas do INSS; 34,5% para servidores públicos e 8,6% para funcionários de empresas privadas. As demais operações compreenderam contratos de financiamento de veículos, repasses de recursos do BNDES, operações de arrendamento mercantil e operações de desconto (mútuo) com fornecedores do setor público e grandes empresas privadas.

O patrimônio líquido, em 30 de junho, atingiu R$ 893,8 milhões, o equivalente a 15,8% dos ativos ponderados pelo risco, segundo as regras do acordo de capitais da Basiléia.

As carteiras de crédito e arrendamento mercantil registraram saldo de R$ 8 bilhões (incluindo os créditos cedidos), representando uma expansão de 9,7% em relação a dezembro de 2005 (R$ 7,3 bilhões), informou o banco. 


Gazeta Mercantil - 27/07/2006
Belo Horizonte

BMG Empréstimo PMSP 3536-3414 BMG emite bônus

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BMG emite bônus de US$ 300 milhões


São Paulo - O BMG concluiu ontem captação de US$ 300 milhões em bônus no mercado internacional, com prazo de 10 anos, e taxa de 9,5% ao ano. A operação foi coordenada pelo Morgan Stanley. Segundo Ricardo Guimarães, presidente do BMG, os recursos vão financiar operações de crédito consignado, atualmente em R$ 6,8 bilhões.

"A demanda foi de aproximadamente uma vez e meia do valor colocado. Os papéis foram distribuídos entre mais de 70 investidores institucionais qualificados da Ásia, Europa e Estados Unidos", informou Guimarães. Segundo o presidente, o lucro do BMG em 2005 será de aproximadamente R$ 380 milhões. Em junho, o BMG havia fechado uma captação de US$ 200 milhões, com prazo de cinco anos, também com o Morgan Stanley, a taxa de 8,5%.

Itaú Europa

O Banco Itaú Europa, subsidiária do Itaú, com sede em Lisboa, emitiu € 750 milhões em bônus dentro do seu programa de captações de médio prazo. Os papéis são notas subordinadas, uma nova classe de instrumento lançada pelo banco. O Itaú Europa é um banco de atacado focado em intermediar negócios de comércio exterior e investimentos entre clientes brasileiros e europeus. Além disso, abriu recentemente a área de private banking.

Gazeta Mercantil - 16/12/2005
3 É O NUMERO DE CONTRATOS PERMITIDOS PARA A CONCESSÃO DO CRÉDITO CONSIGNADO PREFEITURA DE SÃO PAULO-PMSP-IPREM
PMSP
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GCM
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BANCOS
Léa De Luca

BMG Consignado PMSP 3536-3414 BMG reduziu as taxas

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Carteira do BMG atinge R$ 10 bi em 2007
Gazeta Mercantil - 27/12/2007

Durval Guimarães

O Banco BMG encerrará o ano com um saldo de R$ 10 bilhões na carteira de crédito consignado a funcionários públicos, aposentados do INSS e empregados de empresas privadas. 

Somente neste ano, foram liberados R$ 3,7 bilhões, o que representa um aumento de 77% em relação ao volume de recursos concedido no ano passado e reforça a liderança da instituição no segmento de empréstimos com desconto em folha de pagamento. 


Para 2008, o banco projeta expansão de 25%
Segundo o vice-presidente do banco, Márcio Alaor de Araújo, o crescimento mostra que, a despeito de sucessivas previsões negativas, o crédito consignado continua em expansão.

 Segundo informou, somente o INSS libera R$ 900 milhões, a cada mês, para novos empréstimos dos aposentados. "Isso sem falar na renovação de crédito dos usuários já existentes que quitaram débitos anteriores", declarou O executivo afirmou ainda que a demanda por crédito consignado foi muito aquecida em 2007.


 Mesmo no final de ano, tradicionalmente mais fraco por conta do 13 salário, o Banco BMG liberou R$ 509 milhões em outubro, R$ 530 milhões em novembro e, em dezembro, a média diária de concessões elevará os empréstimos para mais de R$ 600 milhões. 


A carteira total do BMG é de R$ 11,5 bilhões, dos quais R$ 10 bilhões são crédito consignado. 


O restante se destina a financiamentos de automóveis e descontos de duplicatas, também conhecidos como recebíveis.


 Do total de recursos direcionados para o crédito, apenas R$ 1,5 bilhão é recurso próprio. O restante é formado por captação em CDB (R$ 2 bilhões), cessão de crédito (R$ 7 bilhões) e emissão externa (R$1,5 bilhão). 

Como o mercado se apresenta muito maior que a capacidade de atendimento do BMG, Márcio Alaor informa que o banco está buscando um caminho para se capitalizar ainda mais, seja por meio de abertura de capital na Bolsa ou por aliança com um grande fundo de investimento.
Número 1
O BMG lidera o ranking do segmento de empréstimo com desconto em folha, com 17% do mercado. Em seguida, com pouca diferença, estão o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. 



O mercado é disputado por 43 bancos e duas financeiras independentes. O banco acredita que crescerá 25% em 2008 caso alcance sucesso nas licitações para a realização de empréstimos consignados para os funcionários dos governos estaduais de São Paulo, Ceará, Pará e Rio Grande do Sul, que hoje dão exclusividade a uma única instituição financeira. 


A partir de janeiro o BMG também pretende atuar de maneira mais forte junto às empresas privadas que, segundo Márcio Alaor, ainda não compreenderam o benefício que esse empréstimo representa para seus empregados.

 De acordo com o executivo, muitos dirigentes de empresas acreditam que o empréstimo é uma forma de criar dívidas para seus empregados, mas, na verdade, eles já se encontram endividados, pagando juros altos no cheque especial e cartão de crédito.



 Hoje, o consignado para empresas privadas representa só 7% da carteira do banco.

 
O Banco BMG dispõe de apenas 10 agências convencionais, com porta para a rua. Para realizar esse gigantesco volume de R$ 10 bilhões de empréstimos, a instituição se vale dos serviços autônomos de uma rede de 3 mil correspondentes bancários, cada um com loja ou escritório próprio.



Estes, por sua vez, mobilizam um exército de 30 mil corretores, que são conhecidos pelo carinhoso apelido de "pastinhas", por andar com suas maletas abarrotadas de propostas.

 Eles vão aonde o aposentado e os servidores estão e se encontram presentes em todos os municípios brasileiros. 
 
Na prática, o banco montou uma rede de 3 mil agências, nas quais são oferecidos todos os produtos da instituição, com destaque para o consignado, cartão de crédito e financiamento de veículos.

 Em decorrência da expansão dessas microgências e da volúpia dos agentes e seus pastinhas, que recebem apenas pela produção apresentada, o financiamento de automóveis também subiu.

 Em 2004, o BMG liberou R$ 277 milhões para a compra de carros, volume crescente ao longo dos anos até atingir R$1 bilhão em 2007. 


A atividade se tornou atraente, segundo Márcio Alaor, depois de várias modificações na legislação, que agora permite a retomada do veículo dos compradores inadimplentes em apenas 60 dias e sua imediata revenda para outro cliente.


 A instituição só empresta para a aquisição de automóveis usados e, segundo informou, o crescimento do mercado pode ser visto pelo exemplo de Belo Horizonte, onde são emplacados 500 veículos por dia, grande parte estimulada pelos juros que também não ultrapassam 2,5% ao mês. 

 
Nos últimos quatro meses, os servidores públicos e aposentados do INSS se depararam também, nas agências dos correspondentes bancários, com um extenso mostruário de aparelhos eletrodomésticos, como geladeiras, televisões, máquinas de lavar e fogões. Trata-se de uma nova atividade do banco, denominada BMG Eletro, que oferece esses aparelhos aos aposentados, fornecidos diretamente pelos fabricante. 


As prestações são descontadas em folha de pagamento, sem nenhum acréscimo ou promoção e saem mais em conta que no varejo da cidade.
A venda é realizada basicamente por catálogos, como fazia a antiga rede Sears dos Estados Unidos.


 A iniciativa, segundo Márcio Alaor, resultou da percepção de que os tradicionais tomadores do consignado quitaram suas dívidas e agora buscam o dinheiro barato para a reforma da casa própria ou ainda para a aquisição de aparelhos eletrodomésticos.


 Os catálogos oferecem 120 produtos diferentes, mas os preferidos são mesmo a geladeira, a máquina de lavar , o aparelho de som e o fogão. 

O BMG Eletro vende cerca de 3.500 produtos por mês, o que corresponde ao volume de uma grande loja de eletrodomésticos num shopping de movimento forte e que resultam em créditos superiores a R$ 10 milhões mensais.
Alta de 300%
Segundo o consultor de marketing Rodrigo Vieira, que trabalha para o banco, as vendas de eletrodomésticos poderiam ser ainda maiores, mas os fabricantes têm medo de irritar as grandes redes de varejo.


 Por isso, o banco não faz campanha publicitária para promover o produto. Mas, a previsão é de que o BMG Eletro cresça 300% em 2008. "Temos que inovar, pois dinheiro todos os outros bancos também oferecem", declarou.

BMG Consignado PMSP 3536-3414 BMG lucra

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BMG lucra R$ 500 milhões em 2007




O Banco BMG, líder entre as instituição financeiras privadas no empréstimo consignado, registrou lucro líquido de R$ 507,5 milhões em 2007, um crescimento de 92,8% sobre os R$263,2 milhões de 2006, de acordo com as demonstrações financeiras do abnco. No mesmo período, o patrimônio líquido subiu de R$ 1 bilhão para R$1,3 bilhão, com rentabilidade de 38,2% em 2007, contra 26,2% registrada em 2006.

"Esse números mostram o acerto em nossa opção pelo empréstimo consignado, que é o melhor risco que um banco pode assumir", disse Mário Alaor de Araújo, vice-presidente da instituição. Em 2007, o banco emprestou R$ 6,1 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões foram para o empréstimo consignado com desconto em folha de pagamentos. Os maiores tomadores de recursos foram os servidores públicos, com 47,5%, seguidos dos aposentados e pensionistas do INSS, com 45,5%, e de funcionários de empresas privadas, com 7%.

Da carteira total de crédito, no valor de R$ 12,4 bilhões, cerca de R$ 10 bilhões referem-se a empréstimos consignados. O restante está compartilhado com empréstimos para financiamento de veículos usados e descontos de duplicatas para o comércio e indústria. Do total, o banco utilizou apenas de R$ 1,3 bilhão de capital próprio. Do restante, R$ 6,5 bilhões são provenientes de cessão de créditos a outros brancos. Ainda foi captado R$ 1,8 bilhão por meio de depósitos a prazo; R$ 1,2 bilhão de captação externa, e R$ 1,5 bilhão por meio de fundos de direitos creditórios.

Márcio Alaor trabalha com a expetativa de que este ano seja mais árduo para o mercado financeiro, sobretudo em decorrência da redução do teto para 20% para desconto sobre os salários de aposentados, imposto pelo governo. Ainda assim, o banco acredita num crescimento de 25%. Essa expectativa é por conta das licitações que serão abertas para a realização de empréstimos consignados para os funcionários de diversos governos estaduais.
Gazeta Mercantil - 22/01/2008
Durval Guimarães

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Carteiras de recebíveis crescem


Mercado prevê R$ 1 bilhão em novos produtos dentro de 180 dias. A nova versão da regulamentação do setor de fundos de recebíveis - a Instrução 393 - foi recebida com entusiasmo pelos profissionais do setor e deve acelerar lançamentos no curto prazo. Nos próximos 180 dias, um volume de R$ 1,2 bilhão em operações de fundos de recebíveis deve vir a mercado, de acordo com o sócio escritório Motta, Fernandes Rocha, Michael Altit.

Os recursos envolvem de sete a oito novos fundos, voltados para diferentes áreas: setor elétrico, imobiliário, financeiro e de alimentos. Altit diz que o seu escritório já oferece consultoria jurídica para quatro operações que montarão cerca de R$ 800 milhões.

O setor de fundos de direitos creditórios foi regulamentado no final de 2001 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com o objetivo de captar recursos por meio de cessões de crédito. De modo diferente dos fundos comuns, os fundos de recebíveis têm cotas diferenciadas: as cotas seniores contam com rentabilidade fixa e têm preferência no momento do pagamento. Já as cotas chamadas de subordinadas têm perfil mais arriscado.

Atualmente, os seis fundos de recebíveis existentes no mercado reúnem um pouco mais de R$ 300 milhões. São eles: BMG Servidores Públicos 1- fundo fechado que compra recebíveis do banco BMG com lastros em empréstimos feitos a servidores públicos - FMAX, da Máxima Financeira, BGN MAX, do banco pernanbucano BGN Ideal Invest e a carteira montada para a Sadia.
Gazeta Mercantil - 29/07/2003
Flavia Lima/InvestNews

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quer investidores institucionais


O FIMax, fundo de recebíveis do Banco Indusval Multistock, já captou R$ 35 milhões em menos de dois meses e quer agora atrair investidores institucionais, como os fundos de pensão e as seguradoras. Segundo Luiz Masagão Ribeiro, diretor superintendente do banco, na próxima semana as cotas da carteira serão registradas na Cetip (Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos), uma das exigências legais para que os investidores institucionais possam aplicar neste tipo de fundo.

A maior parte dos cotistas da carteira, que foi aberta para captação no dia 4 de junho, é de pessoas físicas. O restante está com gestoras de recursos. O FIMax é um fundo de recebíveis (ou de direitos creditórios) aberto ao público, ao contrário da maior parte das carteiras do mercado, que são fechados para captação. A aplicação mínima é elevada: R$ 1 milhão.

O fundo também permite resgate das cotas, desde que respeitado o prazo de carência de 90 dias. Segundo Masagão, o fato de o fundo trabalhar com recebíveis de prazo menor permite viabilizar os resgates. O prazo médio é de 89 dias.

Por esse motivo, Masagão fala que apesar do interesse pelas fundações e seguradoras, o objetivo é que estes investidores não apliquem quantias muito significativas. "Isso poderia comprometer o funcionamento do fundo caso esses investidores quisessem sacar o que aplicaram", diz.

O fundo compra os recebíveis da carteira de crédito ao consumidor da Máxima Financeira, que pertence ao grupo. O fundo tem como objetivo oferecer rendimento de 115% do CDI.

A carteira tem nota ‘AAA’ da agência de classificação de risco Moody’s. Na Máxima, a inadimplência é de 10%, mas a Moody’s exige um garantia colateral de 40%. Para isso, o fundo tem as cotas subordinadas, que funcionam como um colchão de liquidez para proteger os investidores da inadimplência. Essas cotas ficam na mão do próprio grupo. As cotas que estão no mercado são as chamadas cotas sênior.

Segundo os analistas, o patrimônio dos fundos de recebíveis no mercado já é superior aos R$ 500 milhões. A Sadia foi uma das últimas empresas a lançar uma carteira. O banco mineiro BMG também tem um carteira. A Hampton Solfise promete lançar até o final do ano o primeiro fundo de recebíveis multicarteira, composto por créditos a receber de pelo menos quatro financeiras.

Gazeta Mercantil - 25/07/2003
Altamiro Silva Júnior


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Recebíveis podem financiar projetos de caráter social Carteira da Caixa Econômica

Carteira da Caixa Econômica vai bancar projeto habitacional em SP. A intenção de se criar fundos de recebíveis para financiar projetos de cunho social foi, sem dúvida, a grande novidade do setor no segundo trimestre. A iniciativa está ainda em gestação e promete ser um instrumento de popularização importante do produto. Mas os profissionais deste mercado já começam a identificar movimentos diferentes dentro do setor. De um lado, o desenvolvimento do que já é chamado de fundo ético, captaneado por instituições de grande porte. De outro, a continuidade dos lançamentos dos fundos de recebíveis tradicionais, desenhados por instituições de menor porte e voltados a investidores qualificados.

A possibilidade de desenhar fundos de recebíveis lastreados, por exemplo, em crédito destinado a financiar projetos públicos habitacionais foi criada pela Medida Provisória 122, de junho deste ano. O dispositivo estabelece um programa de incentivo à implementação de projetos de interesse social, por meio de instrumentos como fundos de direitos creditórios e fundos imobiliários.

Mas a história das carteiras de direitos creditórios, mais conhecidas como fundos de recebíveis, começa antes. O setor foi regulamentado no final de 2001 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com o objetivo de captar recursos por meio de cessões de crédito. De modo diferente dos fundos comuns, os recebíveis têm cotas diferenciadas: as cotas seniores contam com rentabilidade fixa e têm preferência no momento do pagamento. Já as chamadas cotas subordinadas têm perfil mais arriscado.

Lançado em julho na Bovespa, o Caixa FDC Brasil Construir pode sair de uma parceria com a prefeitura de São Paulo, para um projeto habitacional voltado a servidores públicos em Itaquera. A CEF estima que o fundo de R$ 100 milhões esteja nas prateleiras de suas agências entre setembro e outubro. A idéia é que o banco financie os imóveis a taxas diferenciadas e o fundo compre recebíveis emitidos pela CEF, lastreados nos créditos concedidos. A rentabilidade projetada para a carteira é de INPC mais algo em torno de 9,5% ao ano.

O produto traz algumas inovações para o setor, como a possibilidade, hoje em negociação com a CVM, de as cotas serem vendidas a R$ 100,00 - valor mínimo distante da quantia exigida pelos fundos já comercializados no mercado, em média superior a R$ 200 mil. O vice-presidente de administração de recursos de terceiros da CEF, Wilson Risolia, reconhece que a Instrução 356 restringe o produto aos grandes investidores por conta de sua complexa lógica financeira. Mas para o executivo, como o fundo montado pela CEF terá como base regras de governança corporativa, além de outros cuidados como o conhecimento de toda a carteira de crédito de uma só vez, a exceção à regra se justificaria.

O projeto pode contar também com o que é chamado de subvenção econômica. O diretor da área de gestão de recursos da CEF, Marcelo Bragagnolo Bonini, explica que a medida permite que o Tesouro repasse recursos ao banco para que este absorva até 30% das cotas do fundo, por um prazo máximo de 60 meses e uma taxa de juros idêntica à taxa que remunera o fundo. Tudo muito diferente dos seis fundos de recebíveis existentes no mercado.

O BMG Servidores Públicos 1 é um fundo fechado de R$ 100 milhões, que compra recebíveis do banco BMG com lastro em empréstimos feitos a servidores públicos. A partir de aplicações mínimas de R$ 250 mil, o fundo foi inteiramente colocado. Desde o seu lançamento, as cotas sêniores têm rentabilidade de 110,5% do CDI ao mês.

O FMAX é o único fundo de recebíveis aberto para captação e conta com direitos creditórios vindos de operações de crédito direto ao consumidor (CDC), feitas pela Máxima Financeira. O volume de cotas emitidas pelo fundo é de R$ 138 milhões. Cerca de R$ 30 milhões já foram captados, com rentabilidade projetada de 115% do CDI, de acordo com o superintendente da Máxima Asset Management, André Petersen.

Os outros fundos são o BGN MAX, do banco pernambucano BGN; o Ideal Invest, voltado para o setor educacional; e a carteria montada para a Sadia.

Além da CEF - que já anuncia outros dois projetos tocados com os governos de Minas Gerais e Rio Grande do Norte -, o banco BMG e a Máxima Asset Management planejam novos fundos nos moldes tradicionais. 


Gazeta Mercantil - 25/07/2003
Flavia Lima/InvestNews






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    Pequenos bancos também captam em dólares

    Os bancos brasileiros de pequeno porte estão conseguindo importante participação nas captações externas. Em termos de volume - quando comparados aos grandes "players" - os números são residuais, não chegando a 1% do total captado este ano (cerca de US$ 11,5 bilhões). Mas as operações são relevantes porque mostram que os investidores internacionais estão dispostos a comprar papéis de nomes menos conhecidos - que fazem, assim, com sucesso suas operações de guerrilha.

    O mais novo negócio, que deve ser fechado ainda hoje, é o do BicBanco. A ele juntam-se nomes como Banif Primus, BMC, BMG e Modal, que lançaram juntos US$ 108 milhões. O BicBanco acrescentará mais US$ 10 milhões a essa estatística, correspondente ao volume ofertado pelo banco aos investidores internacionais. Os títulos têm vencimento em 12 meses e vão pagar juros entre 6,25% a 6,75% ao ano, segundo proposta inicial sob a liderança da BCP Securities.

    Apesar de se tratar de valores individualmente menores, para estes pequenos bancos os volumes são significativos. Os ativos do BicBanco, o maior dentre os cinco, somavam, por exemplo, R$ 2,4 bilhões em dezembro do ano passado. Para ser ter uma idéia, os ativos do Bradesco, o maior banco privado do País, no mesmo período, chegavam a R$ 142 bilhões.

    Para os grandes bancos é fácil captar dólares - além de muito conhecidos lá fora, seu tamanho fala por si só. Além deles, os estrangeiros também têm acesso fácil, já que o nome de suas matrizes também ajuda.

    Foi isso que de certa forma ajudou o Banif Primus a captar € 20 milhões em março. O Banif Primus tem R$ 512 milhões em ativos no Brasil e 75% das ações pertencem ao português Banif (Banco Internacional Funchal), cujos ativos totais no mundo somam € 6 bilhões. A diretora da área internacional do Banif Primus, Cláudia Hausner, conta que foi a primeira colocação pública do banco no exterior. Antes, eram feitas apenas transações entre filial e matriz. "Mas tivemos que nos preparar bastante", diz Cláudia. Foram quatro meses de trabalho para captar os euros destinados a financiar o comércio exterior no Brasil.

    Este é outro ponto importante. Segundo os analistas, são os bancos de pequeno porte que abrem as portas para financiar empresas que não têm acesso fácil às grandes instituições e conseguem, pagando um pouco mais, linhas de crédito.

    Pagam mais, porque estes bancos também pagam mais caro para captar lá fora. O Unibanco, por exemplo, pagou recentemente 4% ao ano em papéis de 18 meses. Com um título de 12 meses, o BicBanco vai pagar próximo a 7% ao ano. O Banco Modal, que abriu as captações de pequeno porte neste ano, pagou em março 8,75% ao ano em um título de seis meses. Mas naquela época os bancos em geral pagavam mais, já que apenas se iniciava a trajetória de queda dos juros para o Brasil. No mesmo período, o Safra pagou 6,625% ao ano em títulos de nove meses.

    O Banco Modal angariou no mercado externo US$ 23 milhões em duas tranches - volume bem superior aos US$ 10 milhões que ofertou inicialmente. Foram US$ 6 milhões em seis meses e US$ 17 milhões em bônus de um ano. Nesta segunda tranche, o banco pagou um cupom de 10% ao ano.

    O programa de lançamentos permite a captação de até US$ 50 milhões. Mas o diretor de tesouraria do Modal, Flávio Stanger, conta que o banco só pensa, por enquanto, em renovar os US$ 6 milhões que vencem em setembro. "Queremos captar os US$ 27 milhões, mas vamos esperar até setembro, depois das férias de verão do Hemisfério Norte, para analisar a demanda dos investidores e ver se o custo ainda é atrativo", disse Stanger. Além disso, o banco vai analisar a demanda dos clientes. "Hoje não teríamos onde alocar este ativo e não seria interessante aplicar em títulos do governo".

    Entre os pequenos, o mais ativo no mercado externo este ano foi o BMG. O banco mineiro arrecadou US$ 40 milhões em duas emissões: uma, em maio, de US$ 25 milhões; e outra, em junho, de US$ 15 milhões. Na primeira, os juros ficaram em 8,5% ao ano e na segunda já caíram para 7,5%. Ambas foram em títulos de um ano, liderados pela BCP Securities.

    Aproveitando a euforia do mercado externo, que abriu portas, o BMC fez uma recolocação de títulos com vencimento em 2005, que tinha em carteira, no total de US$ 25 milhões. Nesta onda, também as empresas pegaram carona. A Editora Abril, por exemplo, conseguiu lançar, em abril, US$ 10 milhões e rolar para dezembro parte de sua dívida externa. O custo ficou em 12% ao ano.
    Gazeta Mercantil - 16/07/2003
    Euforia dos papéis brasileiros no exterior neste ano abre as portas para bem-sucedidas emissões de menor porte
    Josette Goulart


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CVM quer taxa para renda fixa

- A autarquia pretende repassar custo de fiscalização para os fundos. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quer implementar uma taxa de fiscalização sobre os fundos de renda fixa. Segundo o presidente da CVM, Luiz Leonardo Cantidiano, o objetivo é padronizar o tratamento de todos os fundos sob a guarda da autarquia.

Atualmente os fundos de renda fixa são isentos dessa taxa, que incide sobre outros segmentos, como os de ações. Isso porque essas carteiras estavam sob a guarda do Banco Central, que não cobrava uma taxa semelhante. Se a medida for aprovada conforme pretendida, a autarquia pode ter um reforço de caixa de aproximadamente R$ 120 milhões.

Regra de transição

Com o temor de que a taxa provoque um impacto negativo sobre o investimento em renda fixa, a Associação das Empresas Distribuidoras de Valores (Adeval) vai propor à autarquia uma regra de transição para o setor. A idéia é permitir que os gestores adotem mecanismos para amortecer a cobrança sobre a rentabilidade das carteiras. Outra proposta é a criação de pelo menos três faixas de cobrança, para evitar que as corretoras com carteiras menores sejam mais afetadas.

Para o gestor de asset management do BMG, Marcelo Maneo, a taxa pode prejudicar a rentabilidade das corretoras pequenas, especialmente num cenário de juros em queda. Um fundo com patrimônio de R$ 6,3 milhões, por exemplo, pode ter a rentabilidade diminuída em 0,5% a.a.

Gazeta Mercantil - 09/07/2003
Flavia Lima e Aluísio Alves/ InvestNews


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Fechar

O Itaú Unibanco fechou um novo acordo com o banco BMG para o negócio de crédito consignado. Pela transação, o BMG transferirá seus ativos de crédito com desconto direto na folha de pagamento para o Banco Itaú BMG Consignado, "joint venture" criada em julho de 2012.
 
A partir disso, o BMG elevará sua participação no Itaú BMG de 30% para 40%. O Itaú reduzirá sua fatia de 70% para 60%. "A joint venture será o veículo exclusivo do BMG e de seus controladores para a oferta, no território brasileiro, de créditos consignados", informou o Itaú Unibanco.
 
Com o arranjo, o banco diz que passará a ter a liderança no crédito consignado entre os bancos privados. "Essa operação é uma evolução do que já havíamos assinado. Já prevíamos essa evolução e, por conta do sucesso dessa parceria é que demos esse segundo passo", disse o diretor de relações com investidores do Itaú Unibanco, Marcelo Kopel.
Instituição unifica operação de consignado com BMG